sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Pedir ajuda machuca. Sentir que preciso de ajuda machuca.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mais um dia tenta passar, mais uma madrugada de insonia, e novamente meus fantasmas não me deixam dormir, fazem a minha paranoia aflorar a ponto de eu não conseguir fechar os olhos direito.
De certa forma, não sei o que posso tentar passar adiante, não sei que parte de mim estou disposta a disponibilizar, não sei o que ser, quem ser, pra quem ser. Os não seis incansáveis, porque de certa forma eu fico tentando ocultar minhas partes boas, de novo não sei o porque, na verdade talvez ele nem seja importante. Só sei que prefiro ser pra mim, me vale mais. Prefiro tirar isso do mundo, não que precise me provar que mereça, quando eu perceber, já sou melhor, e estou sendo o meu melhor, porque vale a pena.
A mais valia, a gente faz tudo conscientemente, só não quer admitir certas vezes que era aquilo, imaginou diferente, não era pra ser assim. Não soube levar o que eu queria, porque nem mesmo eu sabia.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Finalmente percebi que não preciso lutar contra nada, não preciso ter nada, não quero, mesmo, não quero nada, além de ser e viver eu mesma, minha vida.
Encontro barreiras em tudo que me faz bem, vejo que não é fácil simplesmente ser, é complicado, mas essas barreiras trazem mais emoção, a emoção estimula, e aqui estamos nós, correndo atrás de outras coisas.
Toda essa bobagem de que felicidade é ter e não ser, nossos cérebros programados e atraídos por coisas caras e fúteis, é preciso desligar-se, esquecer essa besteira, fazer o que te faz feliz, não aquele papo de que sou melhor porque tenho mais, bobagens, um monte delas. E você continua acreditando que é melhor, tendo tudo que te obrigam a ter, e não sendo nada do que você realmente queria.
Defendendo idéias que não são suas e que você nem chegou a analisar de verdade. Malditos preguiçosos, além de não ter o que realmente querem, não tem nem opinião.
Por favor, faça um favor a si mesmo, não fale comigo, você não me acrescenta nada.
Perdi o foco novamente.
Demorei pra entender o que realmente tinha significado, e fui, novamente, perdendo o foco.
Busquei problemas, soluções, tentei criar tensão, de todas as formas, era só atenção que eu queria, e emoção o que eu tentava.
Peguei pesado de novo, não tem como parar.
Não tem outro caminho que eu possa simplesmente seguir e esquecer o que aconteceu?
Tem, mas eu não quero.
Dessa forma o sentido é um cúmplice.
É errado, é feio, é só o que tu queres ver.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Aquelas filosofias baratas de final de domingo, sempre são completamente contestadas na segunda feira. Aquele gosto amargo da derrota, aquela azul, que me fez mole.  Uma face de medo, de relutância que acaba com o meu interior, transformando o exterior em algo vacilante. Degradante sentimento de que não volta, que sempre precisa de distração, pra esquecer como tudo esta se perdendo. Métodos e métodos empregados na mesma causa, são apenas testes, piorando e amenizando o caos, criando um bloqueio pras coisas que fazem sentido realmente. Aquelas filosofias baratas num final de semana, empregadas pra sempre, pro resto da vida, esquecida na segunda, devido aos outros pensamentos que ocupam a mente. Voltadas no outro final de semana, e sempre se aprimorando.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sem avisar.

Virei aquela mesma esquina, como alguns anos atrás eu fazia. Tentei demonstrar confiança, mas essa, infelizmente perdi a pouco, junto com o ego e a força. Comecei jogando palavras, que nem pra mim faziam sentido, não precisava. A principio aquilo tratava-se de uma maneira desesperada de obter atenção, afinal sem confiança eu não era mais nada.
Tentei acalmar-me, várias vezes, tentei relaxar e voltar, deitei ali mesmo, nada mais fazia sentido. Perdi tudo, como num furacão, assim de repente, sem avisar, sem nada, sem mais nada.
Aquele corrente de ar quente, e um sorriso hipócrita, não adianta voltar, não tem como reviver o passado, os lugares não irão nos trazer aquele mesmo estado de espirito. O que eu sou agora?
Pensava que seria assim pra sempre, os diálogos forçados, eu tentando de maneira desesperada expressar algo numa face sem sentimentos. Queria que mudasse, até morta, sei que me expresso melhor, as mãozinhas cruzadas, como se pedindo pra me tirarem dali. Me via mais morta que viva.
Me sinto mais morta que viva.
Mas o que eu sou agora?

domingo, 27 de novembro de 2011

Sempre a mesma merda.
Sempre o mesmo erro e os mesmos problemas.
O mesmo surto, as mesmas paranoias.
Sempre repetindo tudo isso e não aprendendo a mudar.
Sempre tentando e não sendo esperta.
Sempre a mesma merda.
Sempre com aquele sorriso falso de quem gosta.
Sempre com essa porra toda, ficando bem de novo, e cometendo os mesmos erros.
Sempre a mesma merda.